Redação Portal IMPRENSA
Na manhã desta terça-feira (15), um funcionário da Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal (STF) cometeu uma gafe ao confundir seu Twitter pessoal com o da instituição e postou uma mensagem irônica a respeito do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
A mensagem, que já foi apagada do microblog, dizia: "Agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o Sarney vai resolver pendurar as chuteiras". Foi repassada por mais de cem outros usuários do Twitter que viram o comentário a tempo.
O "fora" deverá ser remendado com um pedido de desculpas oficiais do Poder Judiciário ao chefe da Assembléia Legislativa. A assessoria de imprensa diz que ainda está apurando o caso e não levantou suspeitos, informa o Estadão.com.
Rádio Senado prepara reportagem especial para eventual morte de Sarney
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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), assumiu a casa pela quarta vez, aos 81 anos. Esteve afastado por um tempo em outubro de 2010 devido a complicações de saúde, tempo pelo qual esteve internado em hospitais do Maranhão e São Paulo.
| Agência Brasil |
| José Sarney |
A rádio Senado parece já estar "preparada" em caso de falecimento do senador, diz o blog "Radar Político" do Estadão.com. Eles tiveram acesso a um suposto programa de 21 minutos em homenagem a vida de Sarney até a sua "morte" e levantaram a possibilidade de haver também um obituário pronto.
A Secretaria Especial de Comunicação do Senado negou que a Rádio tenha um obituário pronto e afirmou que há apenas uma "biografia" de Sarney, como haveria de todos os outros 80 senadores.
O programa narra a trajetória política e pessoal de Sarney, atribuindo o ponto mais alto de sua carreira a presidência do país, passando também por crises como a dos atos secretos. A maior parte dos verbos empregados na reportagem em homenagem ao político está no passado. A justificativa oficial é que pode ter havido "erro verbal".
O material mistura entrevistas e discursos de Sarney com falas de outras personalidades políticas, como Tancredo Neves, já falecido. A gravação começa com a afirmação de que "o ponto mais alto da carreira de Sarney foi a Presidência da República" e prossegue com os verbos no pretérito, "Além de uma extensa vida política, Sarney se destacou nas artes. Ele era membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980″.
A reportagem perpassa por diversos momentos políticos da vida de Sarney, como a convocação da Assembleia Constituinte que formulou a constituição em 1988, as crises econômicas que marcaram seu governo e a absolvição no Conselho de Ética em 2009 pelos escândalos dos atos secretos. Também fala das contribuições de Sarney para veículos de comunicação (possui uma coluna na Folha de S.Paulo) e atividades literárias, as quais ainda exerce.
Em comunicado oficial, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secs) refuta a publicação do site Estadão.com e informa, ainda, que o referido áudio com passagens importantes da vida do senador José Sarney é parte de um projeto há muito tempo executado na emissora, que objetiva a elaboração dos perfis de personagens de destaque ao longo da história da Casa. A produção deste tipo de material biográfico é comum em veículos de comunicação, diz a emissora.
"A Secs lamenta que uma empresa de comunicação importante, longe de qualquer motivação jornalística mais séria, dê asas a uma imaginação fantasiosa, que em nada contribui para a informação e formação da opinião pública.", consta ao final do comunicado oficial.
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